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14 de Agosto de 2013

Produtores de café devem proteger lavouras de geada prevista para quinta

A madrugada de quinta, dia 15, e a sexta, dia 16, devem ser marcadas por novas ocorrências de geada no Paraná. A região cafeeira do Estado estará suscetível ao evento climático. O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Simepar, vinculados ao governo do Estado, alertam que os cafeicultores devem tomar medidas de precaução para evitar maiores prejuízos. A possibilidade de uma nova ocorrência de geada negra não é descartada.

Segundo os especialistas, é recomendável que os viveiros sejam protegidos com cobertura (vegetal ou plástico) ou com uso de aquecimento. Produtores também devem providenciar o “chegamento” no tronco dos cafeeiros com idade entre seis e 24 meses, que consiste em protegê-lo com pequenos montes de terra. A proteção deve ser mantida até meados de setembro e, depois, retirada com as mãos. Cafeeiros com até seis meses após o plantio devem ser enterrados.

Geada negra

A geada negra – tipo mais nocivo às vegetações – é temida pelos agricultores por congelar a seiva das plantas. Causada por uma associação de muito frio, com temperaturas negativas, e ventos fortes, o evento climático queima as folhas e resfria o caule das vegetações. A branca, por sua vez, compromete apenas a superfície das plantações, causando perdas menos comprometedoras.

– A geada negra acontece quando há um baixo índice de umidade relativa do ar, temperaturas próximas a 0ºC e baixa ou inexistente incidência de chuva. Nesse tipo de ocorrência, a planta fica enegrecida. No inverno, chove pouco no Paraná, e julho deste ano foi um mês mais seco – explica a meteorologista do Instituto Simepar Angela Beatriz Costa. 

Ela acrescenta que o volume acumulado de chuva para agosto, em Londrina, estava estimado em 51 milímetros, e até esta quarta, dia 14, não houve registro de qualquer precipitação. Como não chove desde o dia 23 de julho no Norte do Estado, a meteorologista não descarta a possibilidade de uma nova onda de geada negra entre quinta e sexta no Paraná.

A geada que atingiu o Sul do país na última semana de julho foi considerada a pior desde 2000. A incidência foi generalizada no Paraná e poupou apenas o litoral. A geada negra afetou durante quatro dias a produção agrícola do Estado.

Fonte : RuralBr


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