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30 de Abril de 2014

Região Sul pode ter queda de granizo

O avanço de uma frente fria pela região sul do Brasil vai trazer chuva forte e até mesmo queda de granizo em algumas localidades do noroeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Os volumes podem chegar aos 125 milímetros acumulados nessas áreas, nos próximos dias.

– Dependendo da extensão deste granizo podemos ter sérios estragos – afirma o agrônomo Marco Antônio dos Santos.

De acordo com o Departamento de Economia Rural do Estado do Paraná (Deral), o granizo que caiu na cidade de Toledo (PR), no dia 20 de abril, prejudicou 5% da safrinha de milho.

– A chuva é bem-vinda para o desenvolvimento do milho, mas quando ela é muito forte e vem acompanhada de ventania e granizo, a história é outra – completa Santos.

Até este momento, o mês de abril apresenta chuvas abaixo da média na maior parte do Estado gaúcho. A região com maior déficit é o oeste do Estado, onde as chuvas estão 50% abaixo do normal. Nesta região, houve registro de chuvas significativas apenas na segunda semana do mês e na segunda, dia 21. Como há previsão de chuvas fortes nesta quarta, dia 30, algumas cidades ainda podem acumular água e atingir ou até ultrapassar a média prevista para o mês.

Por outro lado, algumas áreas no extremo norte gaúcho registraram chuva acima da média em abril e vão fechar o mês com acumulados próximos a 200 milímetros. É o caso de Iraí (RS), onde já choveu 191 milímetros, ultrapassando a média em 32%.

No decorrer do mês de maio, as frentes frias vão atuar de forma mais forte sobre o norte do Rio Grande do Sul, onde as chuvas devem ser mais intensas e os acumulados devem ficar acima da média. Desta forma, as regiões de fronteira com o Uruguai até devem receber chuva, mas não na mesma quantidade que o norte do Estado. Nestas áreas, os desvios devem ser negativos.

Em relação às temperaturas, as mínimas devem ficar próximas a média. Mesmo com a entrada de massas de ar polar no decorrer do mês, o frio não será tão intenso por causa da temperatura mais elevada da superfície do oceano Atlântico. Esse fator acaba enfraquecendo as ondas de frio, que ganhará mais força na segunda quinzena de maio, trazendo risco de geadas mais amplas, especialmente na última semana do mês.

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