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17 de Junho de 2014

Julho promete mais chuva para o Sul do Brasil

O oeste do Paraná e de Santa Catarina ainda não puderam se recuperar dos problemas causados pelas fortes chuvas da última semana, porque neste final de semana uma nova frente fria voltou a trazer chuva, retardando o processo de recuperação dos estragos e prejuízos.

Em Cândido Rondon (PR), o volume atingiu os 100 milímetros. O excesso e a frequência da chuva prejudicam as lavouras dessas regiões, principalmente a de trigo, mais suscetível ao excesso de umidade e à redução da luminosidade. Produtores de feijão e de hortaliças do Paraná estimam prejuízos que variam de 30% a 90% nas lavouras.

A cidade de Guarapuava (PR) está com acumulado de 422 milímetros, sendo que o normal para o mês de junho seria 150 milímetros de chuva. Em função da distribuição da chuva da semana passada, as condições de umidade do solo se mantêm em níveis de saturação entre o Rio Grande do Sul e o Paraná.

Esta última frente fria, que voltou a causar chuvas no final de semana no Paraná e em Santa Catarina, já perdeu a intensidade e se afastou para o oceano Atlântico. Mesmo assim, ainda nesta segunda, dia 16, tiveram áreas de instabilidade e pancadas isoladas no oeste e no centro do Paraná. No decorrer da semana, o tempo volta a firmar, com queda de temperaturas. Porém, volta a chover no Sul na última semana de junho.

No outono e no inverno, as frentes frias ficam mais restritas aos Estados do Sul do Brasil. Neste ano, os sistemas estão sendo favorecidos pelo aquecimento das águas do oceano Atlântico, próximo da costa sul do Brasil, e também pelo aquecimento das águas do Pacífico equatorial, que indicam o início da configuração do fenômeno El Niño. A tendência é que o mês de julho continue chuvoso nos Estados do Sul do país.

– A única janela de tempo mais firme ocorre nesta semana, para o plantio do trigo – explica o agrometeorologista da Somar Marco Antônio dos Santos.

Segundo as previsões, o mês de julho vai começar com episódios diários de chuva que superam os 40 milímetros acumulados, em cidades que já foram castigadas pelos temporais, como é o caso de Guarapuava (PR). Não há previsão de geadas até o fim do mês nas áreas produtoras.

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